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Cole um link (ou qualquer texto), ajuste as cores e o formato, e coloque a sua imagem no centro — o código continua legível porque todo QR carrega uma correção de erros embutida. Baixe em PNG para a tela ou em SVG para impressão. Tudo é gerado no seu navegador: a imagem que você escolher não sai do seu computador.
O SVG é vetorial — amplie à vontade para cartaz, adesivo ou camiseta.
O que o celular vai abrir ao ler o código.
Isso parece um endereço sem https:// — sem o prefixo, muitos leitores
tratam como texto puro e não abrem nada.
PNG, JPG, WebP ou SVG. Fica só no seu navegador.
Os leitores esperam escuro sobre claro. Contraste alto é o que faz o código funcionar de longe.
Detalhes visuais que não mudam o conteúdo do código.
Com imagem no centro o nível fica travado em H — é a maior reserva de correção disponível.
A norma pede 4 módulos de margem clara em volta. Abaixo disso, o leitor pode não encontrar o código.
Um QR code é uma malha de quadradinhos — os módulos. Os três blocos grandes nos cantos são os padrões de referência: é por eles que a câmera descobre onde o código está, para que lado ele aponta e qual o tamanho de cada módulo. O resto é conteúdo, embaralhado por uma máscara para não formar manchas que confundam a leitura.
A parte interessante é que nem tudo ali é dado. Uma fatia do código é redundância, calculada por um algoritmo de correção de erros chamado Reed–Solomon — o mesmo que protege CDs e transmissões de sondas espaciais. Ele permite reconstruir trechos perdidos sem precisar deles: o código carrega, junto, a informação necessária para se remendar. São quatro níveis:
É essa reserva que a imagem no centro consome. Uma logo ocupando 20% do lado do código cobre cerca de 4% dos módulos (0,20 × 0,20); a 30% do lado, cobre 9%. No nível H, com 30% de tolerância, sobra folga confortável — e é por isso que esta ferramenta trava o nível em H assim que você adiciona uma imagem.
Só que folga gasta é folga que deixa de existir. A correção não foi inventada para acomodar logos: ela existe para o código sobreviver a papel dobrado, tinta borrada, reflexo, arranhão e impressão ruim. Quanto maior a imagem, menos margem sobra para o mundo real. Por isso o limite aqui é 30% do lado, e por isso vale a regra prática: teste com o celular antes de mandar imprimir — de longe, de perto, e de preferência em mais de um aparelho.
Dois outros detalhes decidem se o código funciona. O primeiro é a margem clara em volta: sem esse silêncio de 4 módulos, a câmera não consegue separar o código do que está atrás. O segundo é o contraste — os módulos precisam ser nitidamente mais escuros que o fundo. Invertido (claro sobre escuro) alguns leitores até resolvem, mas muitos desistem.
Nada do que você digita ou envia aqui vai para um servidor: o código é montado inteiramente no navegador, e a página funciona offline depois da primeira visita. QR Code é marca registrada da DENSO WAVE.